quinta-feira, 17 de novembro de 2011




[leia] Servidores da Educação de Felipe Guerra entra em Greve por Tempo Indeterminado.

Os servidores das escolas públicas do município de Felipe Guerra vão paralisar suas atividades nesta Sexta-feira (18), a paralisação vai afetar os serviços de portaria, vigilância, secretaria e merenda.O Motivo da Paralisação é exatamente o atraso dos pagamentos dos servidores da Educação que faz 3 meses de atrasos.
Coordenadores Geral da Regional de Apodi, João Bosco Gomes e José Evilázaro 
 Hoje a Tarde em reunião com todos Funcionários foi decidido a Greve.Para os Coordenadores Gerais da Regional de Apodi, João Bosco Gomes e José Evilázaro. O SINTE/RN (Sindicatos dos Trabalhadores em Educação Pública do RN) através do Regional do Apodi enviou um Ofício para a prefeitura de Felipe Guerra que mui respeitosamente vem avisar que apartir de Amanha 18/11/2011 os Funcionários da Rede Municipal deste município que fazem parte dos 40% do FUNDEB, estarão entrando em Greve por Tempo Indeterminado a menos que o pagamento dos mesmos seja efetuado de Imediato. Todos os Funcionários apoiaram ir a Luta para ter seus Diretos.Veja um Trecho do vídeo Abaixo:
fonte:  pindoba noticia

MG governado por tucano, paga o mais baixo piso salarial do Brasil de professor

Aprovada há mais de três anos, a lei nacional do piso do magistério não é cumprida em pelo menos 17 das 27 unidades da Federação.


A legislação prevê salário mínimo de R$ 1.187 a professores da educação básica pública, em jornada semanal de 40 horas, excluindo as gratificações, e assegura que os docentes passem ao menos 33% desse tempo fora das aulas.

A ideia é que os professores tenham melhores condições de trabalho com aumento salarial e período remunerado para atender aos alunos, preparar as aulas e estudar.O levantamento da Folha com as secretarias estaduais de Educação mostra que a jornada extraclasse é o ponto mais desrespeitado da lei: 15 Estados a descumprem, incluindo São Paulo, onde 17% da carga é fora da classe.

Desse grupo, quatro (MG, RS, PA e BA) também não pagam o mínimo salarial, ou seja, estão totalmente fora da legislação nacional. Outros dois desrespeitam só o salário.Para aumentar o período dos docentes fora da sala de aula é preciso contratar mais profissionais ou elevar a carga dos que já estão na rede -ambas opções são custosas.A lei pode ajudar professores como Diliana Márcia de Barros Lisboa, 43, que leciona história e geografia a adolescentes em duas escolas estaduais de Minas Gerais. Seu salário base é R$ 712.

Ela só consegue corrigir trabalhos e preparar aulas à noite. "Com esse salário, apenas sobrevivo", diz Diliana.

IMBRÓGLIO JURÍDICO

A implementação da lei do piso foi conturbada. Sancionada em julho de 2008, foi contestada três meses depois no Supremo Tribunal Federal pelos governos de MS, PR, SC, RS e CE. Uma das principais argumentações era que a regra significava intromissão em assunto que caberia a cada Estado e município.

Em abril deste ano, o Supremo decidiu que a lei não fere a Constituição.

O Ministério da Educação afirma que a regra deve ser aplicada imediatamente, mas que não pode obrigar Estados e municípios a cumpri-la.Por outro lado, a gestão Dilma disse que pode ajudar redes com dificuldades financeiras, desde que elas comprovem a necessidade -o que não tem ocorrido, afirma o Ministério da Educação.A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação disse que recomendou a seus sindicatos que entrem na Justiça para cobrar a adoção. Governadores e secretários podem sofrer ações de improbidade administrativa.

"Estados e municípios não se prepararam porque apostaram que ganhariam no Supremo", disse o presidente da confederação, Roberto Leão.O Consed (órgão que reúne secretários estaduais de Educação) disse ser favorável à lei, mas que é necessário um período para transição. "O impasse não interessa a ninguém", disse o vice-presidente Danilo de Melo Souza.Da Folha para assinante
Do B. amigos do preseidente

quarta-feira, 16 de novembro de 2011


Zona rural e pessoas além dos 65 anos elevam taxa de analfabetos

País tem 13,9 milhões de brasileiros que não sabem ler e escrever, segundo Censo. Região com maior índice é o Nordeste

Ler ou escrever um bilhete simples ainda não é tarefa possível para 13,9 milhões de brasileiros (ou 9,6% da população) com mais de 15 anos, segundo dados do Censo Demográfico 2010 publicados nesta quarta-feira, dia 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa, embora represente uma redução no índice de analfabetismo em relação ao levantamento de 2000, que era de 13,6%, mostra que o País ainda precisa alfabetizar 9,7 milhões de pessoas para alcançar a meta do Plano Nacional de Educação e acordada com a ONU para 2015, de ter apenas 6,7% de analfabetos.
Se consideradas na amostra as crianças com mais de 10 anos, idade em que elas já deveriam estar alfabetizadas, a taxa reduz um pouco, para 9% da população ou 14,6 milhões de pessoas sem saber ler e escrever. Entre os de 10 a 14 anos, em 2010, havia 671 mil não alfabetizados, uma taxa de 3,9%, e entre os jovens que têm de 15 e 19 anos chega a 2,2%.
Assim como nos últimos levantamentos sobre a alfabetização dos brasileiros, os maiores índices de analfabetos aparecem entre os mais velhos, da zona rural, nas regiões Nordeste e Norte.
Entre os que têm mais de 65 anos, a taxa chega a 29,4%. Na área urbana, de 2000 para 2010 o índice de pessoas de 15 anos ou mais sem ler e escrever caiu de 10,2% para 7,3%, mas na área rural ainda é de 23,2% (antes era 29,8%). O Nordeste tem 19,1% de analfabetos, seguido da Região Norte, com 11,2%. Em ambas as regiões aconteceu o mesmo que no resto do Brasil, o analfabetismo diminuiu: em 2000, era de 26,2% e 16,3%, respectivamente.

As regiões Sul, 5,1% de analfabetos, e Sudeste, 5,4%, apresentam índices já de acordo com a meta brasileira para 2015. Se forem considerados os Estados, a menor taxa do País é a do Distrito Federal, com 3,5%, e a maior é a de Alagoas: 24,3%.  
Renda x alfabetização
A renda é outro fator que influencia diretamente o nível de alfabetização do brasileiro. Levando-se em conta as pessoas com mais de 10 anos sem rendimento ou ganhando até um quarto do salário mínimo per capita, a taxa de analfabetismo é de 17,6%. No entanto, entre os que têm rendimento domiciliar por pessoa de 1 a 2 salários mínimos, essa taxa cai para apenas 3,5%, chegando a 1,2% entre os que ganham de 2 a 3 salários e quase zerando nos que recebem mais de 5 salários (0,4%).
Últimos segundo

domingo, 13 de novembro de 2011



                          AULA PARA O GOVERNO DO CEARÁ



 Recebi um Email de uma desconhecida tal Angélica Dantas, gostei, obrigado Angélica;  repasso para nossos leitores. Veja com é interessante essa aula!

Aula para o Sr. Cid... Governador do Ceará que nos mandou trabalhar por amor e que só desenvolveu a linguagem escrita, que usa contra nós,porque necessitou de nós professores para lhe ensinar!
Senhor Governador!!!! 
JAMAIS EXISTIRÁ NENHUMA FORMA DE AMOR SEM INVESTIMENTOS!!!!



Aula para o Governador do Ceará!
>
> AULA DE MATEMÁTICA
> Hoje vou brincar de professor de matemática. Vou passar alguns
> problemas para vocês resolverem.
>
> Problema nº1
> Um professor trabalha 5 horas diárias, 5 salas com 40 alunos cada.
> Quantos alunos ele atenderá por dia?
> Resposta: 200 alunos dia.
> Se considerarmos 22 dias úteis. Quantos alunos ele atenderá por Mês?
> Resposta: 4.400 alunos por mês.
> Consideremos que nenhum aluno faltou (hahaha) e, que em cada um deles,
> resolveram pagar ao professor com o dinheiro da pipoca do lanche: 0,80
> centavos, diárias. Quanto é a fatura do professor por dia?
> R: 160,00 reais diários
> Se considerarmos 22 dias úteis. Quanto é faturamento mensal do mesmo professor?
> R: Final do mês ele terá  faturado R$ 3.520,00.
>
> Problema nº2
> O piso salarial é 1.187 reais, para o professor atender 4.400 alunos
> mensais. Quanto o professor fatura por cada atendimento?
> Resposta: aproximadamente 0,27 mensais
> (vixe, valemos menos que o pacote de pipoca)... continuando os exercícios...
> Problema nº3
> Um professor de padrão de vida simples,solteiro e numa cidade do
> interior, em atividade, tem as seguintes despesas mensais fixas e
> variáveis:
> Sindicato: R$12,00reais
> Aluguel: R$350,00reais ( pra não viver confortável)
> Agua/energia elétrica: R$100,00 reais (usando o mínimo)
> Acesso à internet: R$60,00 reais
> Telefone: R$30,00 reais (com restrições de ligações)
> Instituto de previdência: R$150,00 reais
> Cesta básica: R$500,00 reais
> Transporte: sem dinheiro
> Roupas: promocionais
> Quanto um professor gasta em um mês?
> Total das despesas: R$1202,00
> Qual o saldo mensal de um professor?
> Saldo mensal: R$1187,00 - 1202= -15 reais, passando necessidades
>
> Agora eu te pergunto:
> - Que dinheiro o professor terá para seu fim de semana?
> - Quanto o professor poderá gastar com estudos, livros, revistas, etc.
> - Quanto vale o trabalho de um professor??
> - Isso é bom para o aluno???
> - Isso é bom para a educação pública do Brasil??
>
> Agora olhem a pérola que o Sr. Governador do Ceará disse:


> " Quem quiser dar aula faça isso por gosto, e não pelo salário.
> Se quiser ganhar melhor, peça demissão e vá para o ensino privado "


> Cid Gomes - Governador do Ceará
>
>
> SE VOCÊ ACHA QUE NOSSO GOVERNADOR DEVE ABRIR MÃO DE SEU SALÁRIO E
> GOVERNAR POR AMOR, PASSE PARA A FRENTE!.


> CAMPANHA

> "Cid, doe seu SALÁRIO e governe por AMOR !"


> Vamos espalhar isso aos 4 ventos e aumentar a campanha:


> DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS, MINISTROS, DOEM SEUS SALÁRIOS E
> TRABALHEM POR AMOR!

sábado, 12 de novembro de 2011


Direção do Sinte planeja luta para 2012
A direção do Sinte se reuniu nesta sexta-feira (11) para traçar novos rumos do movimento. Os pontos mais debatidos foram Piso Salarial, Plano de Carreira e o 1/3 de hora atividade. Para essas questões, a assessoria jurídica do Sindicato já está mobilizada para estudar novas formas de resolvê-las. Outro tema que mereceu um longo debate foi a proposta do PNE, as expectativas com relação às emendas e a realização de debates com a categoria.
A direção do Sinte alerta a categoria em relação ao atendimento jurídico. Há promessas de advogados sendo oferecidas aos trabalhadores, mas esse trabalho é cobrado. Enquanto isso, o Sinte oferece assessoria jurídica à categoria sem cobrança de qualquer taxa extra e as causas sem êxito têm os custos processuais dispensados de pagamento. Segundo a coordenadora geral do Sinte, Fátima Cardoso, até o momento não foi feito qualquer pagamento de honorários e o pedido de dispensa de custas processuais está sendo garantida. Essa decisão da diretoria é para proteger o (a) sócio (a).
Os temas discutidos nessa reunião serão debatidos com a categoria, tanto no âmbito Estadual quanto Municipais. Para antecipar o debate, a diretoria do Sinte publicará a proposta discutida na próxima revista que chegará às escolas, às DIREDs e às Secretarias Municipais de Educação.
Nota do Blog: Nessa reunião do conselho diretor estava presente a regional de Apodi,  na pessoa de Evilázaro, e foi discutido  assessoria  jurídica do Dr. Lindocvastro na regional de Apodi. Os advogados do SINTE estadual, Dr. Odilon e Dr. Heitor, disseram que aqui em Apodi é  completamente diferente, até porque o Dr. Lindocastro é um dos melhores profissional do estado  segundos os magistrados, e ainda disse que o mesmo(Lindoc astro)  é  da área trabalhista e advoga   para  os sindicatos a muito tempo, eles se referiu  a uns advogados  desconhecidos que estão saindo nas escolas da grande Natal oferecendo facilidade jurídica para as pessoas desavisada e cobrando antecipadamente  das mesma para entrar com ação contra o estado.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011


Número de matriculados no ensino superior sobe 110% em 10 anos


O número de alunos matriculados em cursos de graduação no país aumentou 7% no ano passado em relação a 2009. Segundo a edição 2010 do Censo da Educação Superior, divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério da Educação, o Brasil atingiu 6,3 milhões de matrículas em 29,5 mil cursos oferecidos por 2.377 instituições.
Considerando toda a última década, de 2001 a 2010, o crescimento no número de matrículas foi de 110%.
"O resultado é positivo e prenuncia o cumprimento das metas estabelecidas para 2010. Houve aumento na matrículas em todo o país e também na qualificação dos docentes, portanto há mais pessoas estudante com mais qualidade", disse o ministro Fernando Haddad.
"Talvez tenha sido a melhor década de acesso à educação superior, tanto em termos relativos como em absolutos --mas sobretudo em absolutos."
Número de matrículas em cursos de graduação
Ano Total Públicas Privadas %
Total % Federal % Estadual % Municipal %
2001 3.036.113 944.584 31,1 504.797 16,6 360.537 11,9 79.250 2,6 2.091.529 68,9
2002 3.520.627 1.085.977 30,8 543.598 15,4 437.927 12,4 104.452 3 2.434.650 69,2
2003 3.936.933 1.176.174 29,9 583.633 14,8 465.978 11,8 126.563 3,2 2.760.759 70,1
2004 4.223.344 1.214.317 28,8 592.705 14 489.529 11,6 132.083 3,1 3.009.027 71,2
2005 4.567.798 1.246.704 27,3 595.327 13 514.726 11,3 136.651 3 3.321.094 72,7
2006 4.883.852 1.251.365 25,6 607.180 12,4 502.826 10,3 141.359 2,9 3.632.487 74,4
2007 5.250.147 1.335.177 25,4 641.094 12,2 550.089 10,5 143.994 2,7 3.914.970 74,6
2008 5.808.017 1.552.953 26,7 698.319 12 710.175 12,2 144.459 2,5 4.255.064 73,3
2009 5.954.021 1.523.864 25,6 839.397 14,1 566.204 9,5 118.263 2 4.430.157 74,4
2010 6.379.299 1.643.298 25,8 938.656 14,7 601.112 9,4 103.530 1,6 4.736.001 74,2
Fonte: Censo da Educação Superior 2010/MEC
Segundo o ministério, um dos fatores que explicam o crescimento é o aumento da oferta de cursos à distância e tecnológicos --a modalidade à distância representou 15% do total em 2010.
Haddad disse que o ritmo de crescimento do ensino à distância só não foi mais forte porque o MEC controlou a alta. "O EAD [ensino à distância] só não cresce mais em função do MEC. O MEC está ditando o ritmo de crescimento do EAD para não ter o efeito da educação presencial. Não queremos que aconteça com a EAD aquilo que aconteceu nos anos 1990 com a educação presencial --crescer descontrolado e com qualidade inferior".
O Censo também detectou que o percentual de matrículas das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste aumentou de 2001 para 2010, em contrapartida ao decréscimo da participação das regiões Sudeste e Sul no total.
Os alunos de graduação também estão mais jovens e preferem estudar à noite.
Em 2010, a média de idade dos alunos dos cursos presenciais foi de 26 anos. Já nos cursos a distância, a média é de 33 anos. Entre 2000 e 2010, as matrículas presenciais noturnas passam de 56% para 63% do total. Considerando apenas as instituições privadas, as matrículas noturnas corresponderam a 73% em 2010.
As mulheres são maioria entre os alunos. No ano passado, 57% das matrículas foram feitas por mulheres, índice que sobe para 61% considerando apenas os alunos no último ano do curso.
"Há uma fronteira a ser explorada. Brasileiros entre 30 e 40 anos que querem voltar a estudar, mas nesse momento estamos mais preocupados com a qualidade do que com a questão quantitativa."
CONCLUINTES
Em relação aos alunos concluintes, o Censo aponta que o crescimento não acompanhou o número de matriculados --ou seja, menos alunos conseguiram terminar os cursos.
Os resultados indicam que praticamente não houve aumento de 2009 para 2010, ano em que foi atingido o número recorde de 973 mil concluintes.
Sobre o ritmo de crescimento menor entre os concluintes, Haddad disse que houve uma mudança de metodologia no ano de 2009, o que superdimensionou os dados naquele ano, e por isso o crescimento verificado entre os dois anos foi menor:
"Peço para desconsiderarem o ano de 2009. Houve uma metodologia que foi introduzida e depois revista." Segundo o ministério, a metodologia usada em 2009 incluía a categoria "provável formando" para classificar os alunos, o que inflacionou os resultados. A categoria deixou de existir em 2010.
Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 1 de novembro de 2011

CNTE e CUT cobram do governo regulamentação 151

cut e cnte
Republico materia do site da CNTE, 28/10/2011
Na semana em que se comemora o Dia do Funcionário Público, 28 de outubro, uma dívida histórica com a categoria – o direito à negociação coletiva – entrou na agenda da Marcha Nacional em Defesa e promoção da educação pública organizada pela CNTE nesta semana. Em audiências com o ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, e na Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (foto), a CNTE e a CUT externaram a preocupação sobre a demora na regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

CNTE realiza marcha pela Educação com sucesso
Foto: Marcelo Casal - ABr
Relator do PNE na Câmara diz que relatório deverá ser apresentado na Comissão de Educação da Câmara na próxima terça-feira

A CNTE realizou hoje a 5ª Marcha Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, em Brasília. Com o tema “10 mil pelos 10% do PIB para a Educação”, a marcha reuniu cerca de 10 mil brasileiros de todas as regiões do país. “Essa marcha é fundamental para que a gente consiga interferir no Congresso Nacional e obter deles o compromisso de aprovar 10% do PIB brasileiro para ser investido na educação”, disse o presidente da CNTE, Roberto Leão, ao comentar sobre um dos três principais pontos de reivindicações da manifestação.
CNTE poderá ter audiência com presidenta



Foto: Renato AlvesO presidente da CNTE, Roberto Leão, se reuniu hoje com o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, para pedir mais recursos e condições para o desenvolvimento da Educação no país. Leão saiu otimista da reunião com o ministro. “Estamos construindo com o ministro a possibilidade de termos uma audiência com a presidenta Dilma Rousseff”, declarou.
Durante o encontro, Leão entregou para Gilberto Carvalho alguns dos 140 mil cartões postais assinados por brasileiros de todo o país em apoio à reivindicação de que 10% do PIB (Produto Interno Bruto) sejam destinados para a educação. Atualmente, apenas 5% dos recursos do PIB vão para o setor.

O presidente da CNTE também aproveitou a oportunidade para pedir ao governo apoio para que a Convenção 151 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) seja aprovada pelo Congresso Nacional. A convenção estabelece as diretrizes básicas da negociação coletiva e da liberdade e autonomia de organização dos trabalhadores do serviço público. “É necessário que a convenção seja aprovada para que a gente possa ter direito à negociação no serviço público sem que para isso seja necessária, por exemplo, a realização de greves”, disse. (CNTE, 26/10/2011)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

 A educação quer mais 


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Nesta quarta-feira, 26 de outubro, acontecerá a 5ª Marcha Nacional em defesa e promoção da educação pública, com o tema “10 mil pelos 10% do PIB para a Educação”, convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).  Os 43 sindicatos filiados à CNTE de todo o Brasil marcarão presença na mobilização que promete reunir cerca de dez mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
CUT, UBES, UNE, Campanha pelo Direito à Educação, Sinasefe, Fasubra, entre outras entidades ligadas à educação e ao movimento social, também se vão se unir à Confederação para pressionar pela plena aplicação da lei do Piso nos estados e municípios e pelo aumento do percentual de recursos destinado à educação no Plano Nacional de Educação (PNE) na próxima década.


Os participantes se concentrarão às 9 horas em frente ao estádio Mané Garrincha (em reforma para a Copa de 2014) e marcharão a partir das 10 horas até o Congresso Nacional, onde será feito um ato pela defesa da educação de qualidade. Na pauta, a pressão pela votação do PNE ainda este ano, o aumento do percentual do PIB de 10% para educação (hoje 5%), a aplicação plena da lei do piso salarial nacional para o magistério pelos estados e municípios, obrigatoriedade de planos de carreira e 1/3 da jornada para atividades de planejamento e formação.
Segundo Roberto Leão, presidente da CNTE, a pressão no Congresso e no Governo Federal é essencial para que a educação avance e os profissionais da área tenham seus direitos garantidos. “Consideramos essa Marcha decisiva para a aprovação dos 10% do PIB para a educação e para denunciar o não cumprimento do Piso Salarial pelos estados e municípios”.
A CNTE organizou um abaixo assinado com 140 mil cartões postais de apoio aos 10% do PIB para a educação, que serão entregues ao relator do PNE na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, Ângelo Vanhoni (PT-PR), em audiência marcada para às 11 horas do dia 26.
Nesta segunda-feira, equipes da Confederação estarão durante todo o dia, colhendo assinaturas na Rodoviária de Brasília.
CNTE

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Governadora deverá receber representantes do SINTE-RN, SINAI e SINTERN em audiência para tratar dos Planos de Carreira

As direções do Sinte, do Sinai e do Sintern foram à Governadoria na manhã dessa quinta-feira (20). O objetivo da visita foi cobrar a realização da audiência entre a governadora Rosalba Ciarlini e o Fórum Estadual dos Servidores. Os dirigentes foram recebidos por um dos secretários da Governadora.
De acordo com a diretora de Organização do SINTE, Janeayre Souto, a visita foi muito positiva, pois os sindicatos conseguiram marcar a audiência para segunda-feira (24), às 19h.
Em contato anterior com a coordenadora geral do Sinte-RN, Fátima Cardoso e representantes do Sinai e Sintern, a Governadora já havia assumido o compromisso de conceder audiência na próxima semana.  Faltava apenas marcar a data.  "A expectativa é de que a Governadora tenha lido e absorvido o conteúdo do Estudo do Dieese que lhe entregamos em mãos e que nos apresente propostas concretas", ressalta Fátima.
Durante a reunião, o Fórum Estadual dos Servidores irá reafirmar a proposta construída em conjunto com o DIEESE para que o Estado pague os 70% restante de todos os Planos de Carreira.
Do SINTE, os representantes que participaram da visita de hoje foram: Janeayre Souto, Larrúbia Tavares, Rita de Cássia e Anselmo Pamplona.
Janeaire Souto