terça-feira, 16 de outubro de 2012

Unesco: Brasil reduzirá analfabetismo em adultos para 5% em 2015

Edição anual do relatório “Educação para Todos” afirma que índice será atingido caso as projeções atuais sejam mantidas



A Unesco afirmou em sua edição anual do relatório "Educação para Todos" publicado nesta segunda-feira, 15 de outubro, que o Brasil reduzirá sua taxa de analfabetismo em adultos para 5% em 2015. De acordo com os dados da última edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), de 2011, a taxa de analfabetismo no País é de 8,6 % entre as pessoas de 15 a 24 anos . Na Argentina o índice de analfabetos entre a mesma parcela da população é de 3,2 % (dados de 2010). No Chile a proporção é ainda menor, apenas 2,4 % (dados de 2009).
Pesquisa IBGE: Taxa de analfabetismo funcional fica estagnada entre 2009 e 2011
Em uma região como a América Latina e Caribe, onde mais de oito milhões de pessoas entre 15 e 24 anos nem sequer conseguiu terminar os estudos primários, este dado constitui uma notícia encorajadora, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O relatório, que faz um acompanhamento dos seis objetivos educativos assinados em Dacar (Senegal) por mais de uma centena de países, faz eco de como no Brasil se reduziram os maus resultados acadêmicos no ensino médio "em todas as classes sociais" entre 2003 e 2009.
Trata-se de um resultado "particularmente impressionante", dado que nos últimos anos a participação no ensino médio aumentou em grande medida, apontam os autores do estudo, que consideram que as políticas de proteção social dirigidas às camadas mais desfavorecidas "se encontram entre as principais causas".
O estudo destaca o "compromisso político" do Brasil em matéria educativa para equilibrar as desigualdades, assinalando que em menos de duas décadas conseguiu acabar com as diferenças em desnutrição entre áreas rurais e urbanas, ao apostar na educação das mães, junto com outras melhorias logísticas.

Mais no relatório da Unesco: Falta de qualificação entre jovens é causa de desemprego
No entanto, lembra que ainda restam desafios pendentes, como a redução do abandono escolar no ambiente rural, que atinge 45% dos jovens antes de acabar o ensino médio.
Também insistem que é necessário investir mais fundos em programas de formação que proporcionem aos jovens brasileiros as competências profissionais necessárias para aceder a um posto de trabalho decente, já que na atualidade um em cada cinco não consegue encontrar um emprego de acordo com sua formação.
Indicam que, enquanto "economia emergente", o país deveria aproveitar o interesse que desperta em empresas internacionais especializadas em tecnologias da informação e da comunicação para tirar proveito dos programas que se implantam em seu território e aplicá-los à criação de competências profissionais para seus jovens. No entanto, lembram que o Brasil deixou de ser país receptor para se transformar em doador, e que por isso deveria ampliar sua contribuição financeira ao desenvolvimento educativo de países pobres.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012




Dia do Professor: parabéns pela luta!


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"A luta dos professores em defesa dos seus direitos e de sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto prática ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que dela faz parte." (Paulo Freire)
A frase do pedagogo pernambucano, patrono da 8ª Conferência Nacional de Educação da CNTE, realizada em setembro em Recife, reforça a necessidade da luta incansável da categoria pela valorização permanente de todos os trabalhadores e trabalhadoras em educação.
Em 2012, a CNTE tem dado continuidade ao trabalhado firme pela garantia de direitos dos/as educadores/as e pela qualidade da educação pública. A aprovação do PNE na Câmara dos Deputados, a VI Marcha Nacional, que levou mais de 10 mil trabalhadores/as para a Esplanada dos Ministérios em Brasília, a Conferência de Educação na terra de Paulo Freire, e as mobilizações regionais contra a Adin dos governadores expressam as agendas de lutas de nossa Entidade pelo reconhecimento da educação como prioridade máxima do país.
Neste momento, a CNTE e seus sindicatos filiados esperam a aprovação do PNE, no Senado, com a destinação de 10% do PIB para a Educação Pública, patamar este a ser alcançado com a alocação de 100% dos royalties do pré-sal para a educação, conforme tem defendido a presidenta Dilma Rousseff e o ministro da educação, Aloizio Mercadante.
A CNTE também luta por uma educação democrática, e o Dia do Professor é mais uma oportunidade para lembrarmos à sociedade a importância da valorização da escola pública como instrumento de elevação das condições sociais do povo brasileiro. Para tanto, o Estado deve assegurar as condições de trabalho aos educadores – professores e funcionários – e de aprendizagem aos estudantes.
Neste dia 15, que todos os/as professores(as) e demais trabalhadores/as em educação tenham orgulho do seu trabalho e continuem lutando para transformar a educação do Brasil.

                                                               
Você sabe como surgiu o Dia do Professor?

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias". 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Piso de docente terá reajuste menor em 2013


O reajuste do piso nacional do professor em 2013 deverá ficar abaixo de 10%, menos da metade dos 21% previstos no início deste ano.
O número, que está sendo finalizado pelos ministérios da Fazenda e da Educação, é usado para corrigir o salário dos docentes da rede pública que lecionam do ensino infantil ao médio (educação básica).
Análise: Brasil discute salário e se esquece da formação do professor
Diante do baixo crescimento da economia brasileira, técnicos do governo já admitem que a correção pode ser até inferior aos 7,86% registrados em 2010, o menor desde a definição do piso nacional, há quatro anos.
O problema neste ano é que, com a menor atividade econômica, a arrecadação da União ficou abaixo das projeções. Como a atualização anual do piso está atrelada a uma cesta de impostos que compõem o Fundeb (fundo para a educação básica), a estimativa do reajuste dos professores em 2013 despencou.
A queda foi comunicada informalmente a alguns secretários de Educação e reacendeu o debate sobre mudanças na fórmula do reajuste.

Editoria de Arte/Folhapress
Hoje, nenhum professor de escola pública pode ganhar menos do que R$ 1.451 mensais para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Com base na estimativa atual, o ganho no ano que vem deverá ficar abaixo de R$ 145. Perdem os professores, mas os prefeitos e principalmente os governadores devem ficar aliviados, já que haverá impacto menor nas contas públicas.
Os governadores defendem uma alteração na metodologia atual e sua substituição por um reajuste atrelado à inflação, para garantir uma fórmula mais previsível. No mês passado, seis governadores questionaram no Supremo Tribunal Federal a regra em vigor.
Já os trabalhadores da educação, preocupados com o baixo reajuste no próximo ano, querem assegurar um índice que reponha a inflação e assegure um ganho real, calculado a partir do Fundeb.
Segundo a CNTE (confederação dos professores), pagam o piso ao professor da educação básica ao menos 14 Estados, além do Distrito Federal --onde estão 50% do total de 1,78 milhão de funções docentes da rede pública (um mesmo professor pode ocupar mais de uma função).
Procurado, o MEC afirmou que a reestimativa de recursos do fundo só é definida no final do ano. "Portanto, qualquer avaliação sobre o volume de reajuste, ou de eventual mudança na
fórmula, é precipitada", afirma, em nota.
Folha de São Paulo

quinta-feira, 27 de setembro de 2012




COMUNICADO !

        O SINTE/RN – REGIONAL DE APODI, COMUNICA A TODOS OS SEUS FILIADOS QUE O ADVOGADO Dr. LINDOCASTRO NOGUEIRA DE MORAIS, ESTARÁ ATENDENDO AOS SINDICALIZADOS NO DIA 04/10/2012 (QUINTA-FEIRA), A PARTIR DAS 10:00h NA REGIONAL DE APODI.
      
      

A DIREÇÃO.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Pagamento das Horas Suplementares dos Professores do Ensino Médio Inovador

dinheiro 3009 Da Redação
Os professores da rede estadual de ensino que atuam no Ensino Médio Inovador, receberam o pagamento das suas Horas Suplementares na folha suplementar.
O pagamento retroativo ao início do contrato, será feito na Folha de pagamento do mês de agosto.
Site Janeyre Souto

quinta-feira, 6 de setembro de 2012



62% dos brasileiros acreditam que educação do País vai melhorar
População do Brasil está otimista, mas é uma das mais críticas da América Central e do Sul em relação à qualidade do ensino atual
Agência Brasil
Nos países das Américas Central e do Sul, a população acredita que a educação irá melhorar na próxima década, mas muitos cidadãos ainda dão “nota vermelha” para os sistemas locais de ensino. É o que aponta a pesquisa Olhares sobre a Educação Ibero-Americana, divulgada nesta quinta-feira (6) pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). No levantamento, foram entrevistadas mais de 22 mil pessoas em 18 países da região, incluindo o Brasil.

Avaliação: Desempenho melhora na educação básica, mas ensino médio ainda patina
Os brasileiros estão entre os mais otimistas em relação ao futuro da educação no País nos próximos 10 anos. Para 62% dos entrevistados, a educação vai melhorar, 26% acreditam que ficará no mesmo patamar e 9% avaliam que irá piorar. Apenas o Paraguai tem um resultado melhor: naquele país, 64% esperam avanços na área. Já os hondurenhos são os que menos acreditam no futuro do sistema educacional de seu país: só 26% acham que a situação irá melhorar, enquanto 37% acreditam que ficará no mesmo nível e 23% preveem piora. Em todos os países, o percentual de pessoas que avaliam de forma positiva o futuro da educação é superior ao daquelas que têm uma percepção negativa.
“Esse otimismo do cidadão é um fator de enorme pressão aos sistemas educativos. Expectativas positivas contribuem fortemente para que a educação funcione”, avalia o secretário-geral da OEI, Álvaro Marchesi.
Por outro lado, os brasileiros estão entre os que têm a pior avaliação sobre a qualidade do ensino público no seu país. A nota atribuída pelos entrevistados, em uma escala de 0 a 10, foi 5,2 pontos, a quarta mais baixa entre os países pesquisados, ao lado de Honduras. O país que, na avaliação dos entrevistados, tem o pior sistema de ensino é o Chile, cuja nota foi 4,6. Os mais satisfeitos são os costa-riquenhos e os nicaraguenses, que atribuíram nota 7 à educação.
O relatório destaca, entretanto, que os resultados devem ser analisados com prudência, já que a percepção dos cidadãos está ligada às circunstâncias sociais, econômicas e políticas de cada país no momento em que a pesquisa foi feita. “Estamos analisando expectativas e não indicadores concretos, que muitas vezes não correspondem às opiniões da população”, destacou Marchesi.
Plano para 10 anos: Projeto que destina 10% do PIB para educação segue para o Senado
Os entrevistados também elegeram o que consideram prioridades para a educação avançar. Em primeiro lugar, aparece melhorar a qualidade das instalações, com 45% das respostas. Na sequência, estão melhorar a formação do professor (41%), melhorar o salário do professor (29%) e incorporar as novas tecnologias no ensino (28%). Só 9% acham que aumentar a jornada escolar diária é importante para fortalecer a aprendizagem. Cada entrevistado pôde marcar mais de uma opção.
O Brasil foi o País que registrou o maior o percentual de pessoas que consideram o aumento dos salários dos professores uma medida prioritária para melhorar a educação: 57% marcaram essa opção, contra 29%, considerando a média das respostas de todos os países latino-americanos. O percentual de brasileiros que avaliam como bom ou muito bom o nível de conhecimento dos professores sobre os temas que lecionam foi 81%, acima da média da região (77%). Os professores mais mal avaliados foram os do Chile (58%). Na outra ponta, estão os da Colômbia (90%).

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

[convite] Desfile Cívico 7 de setembro em Apodi


Clique para ampliar
ROTEIRO DO DESFILE CÍVICO
7 DE SETEMBRO – 2012
  • Saída – Escola M. Profª Lourdes Mota – por trás da escola (horário 16hs)
  • Rua Governador Dix-Sept Rosado (sobe)
  • Rua São João Batista (passando na esquina de Valdir Morais)
  • BR 405 (semáforo) Passando em frente ao posto cidade
  • Rua Marechal Floriano (Desce a caminho do Banco do Nordeste)
  • Encerramento no Calçadão da Lagoa

Fonte: Secretaria Municipal de Educação
Dez mil trabalhadores marcham pela educação em Brasília PDF Imprimir E-mail

marchadestaquehomeCerca de dez mil manifestantes de todo o Brasil estão marchando, neste momento, em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, em direção do Congresso Nacional. 
A mobilização é realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) em parceria com a Central Única dos Trabalhadores (CUT). A VI Marcha Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública tem como tema: "Independência é educação de qualidade e trabalho decente".
"A Marcha tem o objetivo de chamar a atenção das autoridades. Queremos chamar a atenção da Presidência da República, dos prefeitos, governadores, deputados e senadores para os problemas da educação pública brasileira. No momento, nós temos duas questões fundamentais: a luta pelos 10% do PIB para a educação e a questão do cumprimento da lei do piso salarial nacional", afirmou o presidente da CNTE, Roberto Leão.
Além dessas duas reivindicações mencionadas pelo presidente da CNTE, a Marcha também luta pela valorização do plano de carreira para os profissionais da educação; pela aprovação do PNE no Senado, após a derrubada do recurso que tentava colocá-lo para votação na Câmara; e pela normatização da jornada de trabalho do magistério.
A professora Sandra Souza veio de longe para participar do movimento. Baiana, Sandra acredita que a mobilização dos trabalhadores é indispensável na busca por uma educação melhor para os brasileiros. "Viemos para Brasília hoje para nos unirmos nessa luta pelos 10% do PIB. Viemos pela luta da qualidade da educação no Brasil. A educação nesse país não é prioridade. Então, enquanto a educação no país não for prioridade, nós temos que ficar na luta", afirmou.
Fonte: CNTE

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Universidades do RN estão entre as melhores do país

Listagem foi elaborada pelo jornal Folha de São Paulo e criada a partir de quatro requisitos.


As universidades do estado estão na listagem, elaborada pelo jornal Folha de São Paulo, das melhores instituições de Ensino Superior do Brasil. A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está em 21º lugar, Universidade Federal do Semi-Árido (Ufersa) em 75º colocado, Universidade Potiguar (UnP) em 152º e a Universidade Estadual do RN (Uern) ficou na 126ª posição.

Foram avaliados os seguintes requisitos: pesquisa (a partir dos artigos científicos publicados), qualidade de ensino, avaliação do mercado e indicador de inovação (através do pedido de patentes).

O curso de Administração, Biologia, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física, Engenharias, Matemática, Letras, Pedagogia, Psicologia, Serviço Social da UFRN e Engenharias da UnP estão inclusas na lista dos melhores cursos de graduação do Brasil.

Na parte de áreas de conhecimento, a UFRN se destacou na parte de Ciências Humanas e Exatas. As quatro universidades do Rio Grande do Norte também mostraram bons índices no indicador de inovação e na área de pesquisa.

A UFRN ficou em 24º lugar no ranking de inovação, a Uern em 42º e a UnP em 43º e empatado com a Ufersa. No requisito pesquisa, a federal do estado ficou na posição número 29 e a do Semi-Árido em 63º. Já a Uern ficou em 117º e Unp em 177º.

O Ranking Universitário Folha (RUF) é uma listagem inédita e foi criada a partir de uma metodologia própria, inspirada nas avaliações internacionais. Ela mescla indicadores de pesquisa e inovação e a opinião do mercado de trabalho e de pesquisadores renomados.

A listagem incluiu 191 universidades, distribuídas em 188 posições, pois houve empates. Mais detalhes da listagem podem ser conferidos no site http://ruf.folha.uol.com.br.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Ufersa define matrículas dos selecionados na lista de espera

  
ufersa_2Os candidatos relacionados na lista de espera do SiSU para ingresso na Universidade Federal Rural do Semi-Árido estão sendo convocados para participarem da reunião e efetivação da matrícula dos classificados. A reunião vai acontecer no campus da UFERSA no qual o candidato se inscreveu para a lista de espera. Os candidatos devem ficar atentos à data e horários da reunião e devem chegar ao local com antecedência mínima de 30 minutos. Após o horário marcado não será possível à entrada do candidato no recinto da reunião. Foram convocados para a reunião os candidatos relacionados na Lista de Espera cuja classificação esteja dentro do limite de três vezes o número de vagas disponíveis. "É obrigatória à presença do candidato ou representante legal mediante procuração", frisa o pró-reitor de Graduação, professor Augusto Carlos Pavão. O pró-reitor alerta ainda para o horário da reunião afirmando que "a porta será fechada exatamente no horário divulgado não sendo permitida a entrada após o horário".
O professor explica que durante a reunião será efetuada a chamada nominal dos candidatos inscritos na Lista de Espera pela ordem decrescente da nota obtida no ENEM 2011 para a efetivação da matrícula. "Todas as vagas disponíveis pelo SiSU serão preenchidas", afirma Augusto Pavão. Os candidatos que não comparecerem a reunião ou que não apresentarem a documentação exigida serão excluídos da Lista de Espera e perderão o direito de concorrer as vagas.
MOSSORÓ – Na UFERSA Mossoró a reunião vai acontecer no Auditório Amâncio Ramalho, localizado no Prédio da Reitoria, no Campus Leste, nos horários manhã e tarde, de acordo com o curso do candidato. Na quarta-feira, 29 de agosto, pela manhã, para os classificados nos cursos Bacharelado em Ciência e Tecnologia Integral e no Bacharelado em Ciência e Tecnologia Noturno. Já à tarde, às 14h, a reunião é para os candidatos selecionados para os cursos de Administração, Agronomia, Ciência da Computação, Ciências Contábeis e Direito.
Já na quinta-feira, 30 de agosto, às 8h da manhã, a reunião é para os candidatos selecionados nos cursos de Biotecnologia, Ecologia, Engenharia Agrícola e Ambiental, Engenharia de Pesca, Engenharia Florestal, Medicina Veterinária e Zootecnia.
ANGICOS – No campus da UFERSA Angicos a reunião vai acontecer na próxima quarta-feira, 29 de fevereiro, no Auditório do Prédio Administrativo, às 14h, para os cursos de Ciência e Tecnologia Noturno, Ciência e Tecnologia Diurno, Licenciatura em Computação e Informática, e Sistemas de Informação. O Campus Angicos fica localizado na Rua Gamaliel Martins Bezerra, S/N. Alto da Alegria. Angicos-RN. Fone (84) 3531-2549. 9408-0245/ 9175-3458.
CARAÚBAS – No Campus da UFERSA Caraúbas a reunião vai acontecer também na próxima quarta-feira, 29 de agosto, na Escola Estadual Lourenço Gurgel. Para os candidatos do curso Bacharelado em Ciência e Tecnologia Integral, a reunião será às 8h da manha. Já para os candidatos do curso Bacharelado em Ciência e Tecnologia Noturno, a reunião será às 14h. A Escola Estadual Lourenço Gurgel, fica na Rua Valdeci Gurgel, 365, Centro, Caraúbas.
PAU DOS FERROS – Na UFERSA Pau dos Ferros, que funciona interinamente no IF Pau dos Ferros, a reunião vai acontecer auditório Ariano Suassuna, na quarta-feira, dia 29, a partir das 14h, para os candidatos selecionados para o curso Bacharelado de Ciência e Tecnologia Noturno e, na quinta-feira, dia 30, às 8h da manhã, para os selecionados no Bacharelado de Ciência e Tecnologia Integral. O IF Pau dos Ferros fica localizado na BR 405, KM 154, Bairro Chico Cajá, Pau dos Ferros.
DOCUMENTOS – Para a matrícula os candidatos classificados devem apresentar a Carteira de Identidade, CPF, Certidão de Nascimento ou de Casamento, Título de Eleitor, Comprovante de Quitação Militar, Histórico Escolar do Ensino Médio e duas fotografia 3x4 iguais e recentes.
Confira AQUI a Lista de Espera.
Tribuna do Norte